terça-feira, 20 de maio de 2008

Danse Macabre

Como falava no outro dia com o Nuno há certos pintores que nos ficam na memória e para mim da escola flamenga ficam dois na memória: Bosch e Bruegel. Não sei se é o detalhe das pinturas se a escolha de temas dramáticos mas há algo nas suas pinturas que me diz qualquer coisa, que me hipnotiza. Ainda me lembro de quando vivia em Madrid ir ao Prado para a sala com estes pintores (com o tríptico do jardim das delícias terrenas no centro) e passar muito tempo a analisar cada pintura.



De certa forma as ironias destes artistas fazem falta a uma cultura moderna que vive em permanente obsessão com as aparências.

3 comentários:

Joana Dalila Santos disse...

Nem mais!

Nuno Castelo-Branco disse...

São de facto, obras magníficas e já agora, dois dos meus pintores favoritos, assim como da minha mãe. E não me venham dizer que nos nossos dias não há quem não venha inspirar-se nestes quadros para realizar as suas próprias obras. É evidente que sim.

ana v. disse...

Também gosto muito de ambos. Acho que todos os surrealistas se inspiraram um bocadinho neles. A enorme diferença está nos séculos que os separam, por isso estes foram geniais no seu tempo.