domingo, 6 de abril de 2008

Presente do Brasil

6 comentários:

cristina ribeiro disse...

Uma versão muito modernista :)

Nuno Castelo-Branco disse...

Obrigado, Jimmy Oliveira, gostámos muito. Para a próxima, gostávamos de ver a OUTRA bandeira como fundo... isso é que era!
Uma grande abraço aos 200.000.000 de brasileiros.

João Borges disse...

caro Nuno

Acho que o Jimmy até não toca mal para este estilo. Eu, como irmão colonizador e como amante da guitarra eléctrica, agradeço a intenção. Tenho pena de nunca ter "picado" este tema. Talvez o faça mas com a bandeira correcta para incrementar a inspiração.

Nuno Castelo-Branco disse...

Excelente, João, ficamos todos ansiosos por colocar o seu video no Youtube e em primeira mão, no Estado Sentido.

José M. Barbosa disse...

Também aqui há culpas, como por exemplo a de quem deixou que a Bandeira Nacional fosse transformada nas bandeirinhas do Scolari (é assim que se escreve o nome?) das quais ainda encontro resquícios desbotados, enforcados em canas em varandas, jardins e telhados (a rima foi sem querer). Isto quando há regras bem definidas para o hastear e recolher. Não digo que se impeçam as pessoas de hastear a bandeira; digo que ao menos acompanhem com a pedagogia necessária e suficiente para haver algum respeito por alguma coisa neste país. Acho que não é pedir muito mas qualquer cripto-comunista me rotula do pior que há por dizer coisas simples como estas.
Gostei do "dedicado aos irmãos colonizadores". O tempo se encarregará de responder.

Cumprimentos,

JB

PS - o tal www.jimmyoliveira.com tem uma coisa interessante. Em vez de "Links by Jim" tem "Licks by Jim". É só ir ver. Bem me queria parecer ...

Nuno Castelo-Branco disse...

Deve ter sido um lapso. Quanto às bandeiras meio esfarrapadas que ainda drapejam por aí, mais uma vez a culpa é "deles". O civismo que nunca foi coisa que preocupasse os senhores do regime, ditaria o mais elementar respeito (como nos EUA ou Dinamarca, por exemplo). Aqui é o deixa andar habitual e vendo bem as coisas como elas são, reconheçamos uma certa justiça na coisa: estamos num tal estado, que o esfarrapanço mostra bem o que nos vai na alma.