quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Portugal 28.º em índice de corrupção

Portugal aparece em 28.º lugar no índice de corrupção da Transparency International, que elaborou o mapa abaixo, ilustrativo dos índices de corrupção em todo o mundo, tendo em conta o critério de subornos no sector público e privado (ao clicar no mapa acede directamente para a página de onde foi retirado, onde se encontra uma escala explicativa dos valores e metodologia utilizada).



Por cá, o ex-deputado socialista, João Cravinho, revela-se profundamente chocado com o mal-estar que o tema da corrupção provoca no PS, sendo de destacar a sua afirmação à Visão: «O presidente do grupo [Alberto Martins] disse que o fenómeno existia, mas que Portugal não estava numa situação particularmente gravosa. Pelo contrário, nas comparações internacionais estava muito bem. Fiquei de boca aberta»

Será que é só o PS que prefere não discutir a questão da corrupção?

Interessante seria por exemplo cruzar estes dados com índices de consolidação da democracia, como por exemplo os da Freedom House.

5 comentários:

Paulo Cardoso disse...

Muita corrupção por Àfrica... quem diria...

Working Class Hero disse...

Portugal em 28º?! Só?! Acho estranho tendo em consideração a quantidade de corrupção, cunhas, luvas e connections a que se assiste todos os dias nas instituições portuguesas. Conte-se também as faculdades, onde alunos conseguem estabelecer relações especiais com os professores e conseguem chegar a algum lado. Porque os outros, que decidem manter os seus principios intactos e não se vendem ao primeiro que lhes quer comprar a alma, não saem da cepa torta (falando em bom, popular e acessível português)! 28º?! Repito: acho estranho... Se calhar comprámos alguém para nos favorecer neste relatório...

Anônimo disse...

Ah que giro... tu a falares de corrupção! Now that's a funny thing! Tu, caro colega ISCSPiano que chegaste a tão alta posição na tua vida de tão pequena estatura (deixa lá, há homens que não se medem aos palmos) graças a essa doutrina universitária que tão bem dominas, o graxismo, e ao tão bem apelidado kissing ass (e acredito eu que já beijastes muito pa chegares onde tão bem te encontras!) achas mesmos que deves falar de corrupção? 28º lugar... e se tu fizesses o favor de ficar por terras de Vera Cruz, se calhar, até desciamos para um honroso 10º lugar! Achas mesmo que não devias, sei lá, estar caladinho e não atirares pedrinhas a esse teu telhadinho de vidro?

Ah... you are indeed a funny little person!

Working Class Hero disse...

Seguindo o comentario da minha cara colega ISCSPiana (que, tal como eu não se sente digna de o ser, já que ser ISCSPiano exige uma certa dose de seguidismo carneiro só ao alcance de alguns, como tão bem ela expôs), não posso deixar de comentar o profile deste nosso colega *tão* ISCSPiano:
"Perfil
Samuel de Paiva Pires
Monárquico republicano liberal à Inglesa, de uma direita ideal que não encontra reflexo na actividade político-partidária portuguesa" ou então: "Sujeito de pequena estatura que, como tal, tem complexo de inferioridade e se poe em bicos dos pés para poder chegar a qualquer lugar de destque, não hesitando em empurrar os outros para baixo." Pensando nisso, acho que até te inseres bem na quadratura política portuguesa. E não me vou alongar muito mais porque a expressão "direita-ideal" nem merece comentário desta alma exageradamente reaccionária...

Samuel de Paiva Pires disse...

Ajustei uma definição do Blog para que apenas utilizadores registados possam comentar, já que nem todos são íntegros ao ponto de admitirem quem são e o que defendem.
Não é minha intenção falar de mesquinhices do ISCSP neste blog. Se alguém tem alguma coisa a dizer, falem comigo directamente, como nunca foram capazes de o fazer, cobardes que são, e pouco inteligentes que são que apenas utilizam argumentos brejeiros para difamar aqueles de quem não gostam e que pelo fruto do seu trabalho e esforço têm conseguido fazer alguma coisa de jeito da sua vida...
É pena que nem todos sejamos livres o suficiente para deixarmos de praticar o desporto nacional português, a inveja...