sexta-feira, 13 de junho de 2008

Talvez menos um emplastro: Holanda 4, França 1


Como dizia Scolari há uns dois anos: "pode ser forte em campo, mas também terá de o ser fora dele". Ora, o Domenech ficou hoje a saber como é. Que bom...

Um cão que ria,

o de Vasco Santana.
Hoje de manhã acordei com a voz do actor, à conversa com Igrejas Caeiro.
Assinalavam-se os cinquenta anos da sua morte. E ele dizia que tinha um" cão engraçado", porque ria. E eu lembrei-me de todas as vezes em que ele me fez rir. A noitada de Santo António, e a alegria que lhe andava associada, chegou até nós muito pelo que deixou na tela:o manjerico para a Dona Rosa, o tostãozinho para o Santo...

Subscrevo completamente

Já agora aproveitando para remeter para o que escrevi há um mês, devo dizer que subscrevo na íntegra o que Luís Naves escreve no Corta-fitas:

Estou convencido de que sem a União que existe, a Europa não terá condições para se manter independente. Poderá até regressar aos bons velhos tempos do conflito interno. A UE constitui a única garantia de sobrevivência para os pequenos Estados e de liberdade para os povos minoritários no seu país. Seremos mais pobres sem a UE (é indiscutível o contributo da união no enriquecimento geral).

Separadamente, as potências, como Alemanha, França ou Reino Unido, serão incapazes de evitar o respectivo declínio e enfrentar os problemas da competição política e económica internacional. Não têm escala. E a UE que existe resulta de negociações permanentes, onde os fracos sempre tiveram voz. Será que querem que os governos deixem de negociar?

Não sei o que é essa outra Europa que parece ter triunfado e espero sinceramente que tenham razão para estar contentes.

Tantos anos de Pessoa e continuamos tão provincianos


Situado mentalmente entre os dois, o provinciano sente, sim, a artificialidade do progresso, mas por isso mesmo o ama. Para o seu espírito desperto, mas incompletamente desperto, o artificial novo, que é o progresso, é atraente como novidade, mas ainda sentido como artificial. E, porque é sentido simultaneamente como artificial é sentido como atraente, e é por artificial que é amado. O amor às grandes cidades, às novas modas, às «últimas novidades», é o característico distintivo do provinciano.

Se de aqui se concluir que a grande maioria da humanidade civilizada é composta de provincianos, ter-se-á concluído bem, porque assim é. Nas nações deveras civilizadas, o escol escapa, porém, em grande parte, e por sua mesma natureza, ao provincianismo. A tragédia mental de Portugal presente é que, como veremos, o nosso escol é estruturalmente provinciano. (in o Caso Mental Português)

Assim era em 1932. E hoje? Neste dia de celebração dos 120 anos do seu nascimento, quer-me parecer que se hoje fosse vivo não retiraria uma única vírgula às descrições da mentalidade provinciana portuguesa...

Devín





O Castelo de Devín (eslovaco: hrad Devín ou Devínsky hrad, alemão: Burg Theben) é um castelo situado em Devín, uma parte de Bratislava.
Graças à sua posição estratégica, o precipício (altitude de 212 metros) na confluência dos rios Danúbio e Morava, sempre foi considerado como local ideal para uma fortificação. O seu detentor encontrava-se dessa forma apto a controlar a importante rota comercial ao longo do Danúbio, assim como um ramo Rota do Âmbar.

Não é pois de estranhar que o local tenha sido habitado desde o Neolítico e fortificada desde as Idades do Bronze e .Já mais tarde, quer os Celtas, quer os Romanos aí construiram.Dever-se-á notar que a primeira igreja cristã situada a norte do Danúbio foi identificada precisamente neste sítio.
Enquanto castelo eslavo, construído no século VIII, desempenhou um papel crucial durante as guerras frequentes entre a Grande Morávia e os Francos. As frequentes teorias de que o Castelo de Devín tomara o centro do Império de Samo não foram ainda provadas.

O nome do castelo (Dowina - a partir do eslavo/eslovaco "Deva" para menina) foi mencionado pela primeira vez em materiais escritos em 864, aquando das campanhas de Luís, o Germânico, numa das quais terá cercado o Principe Rastislav no "Castelo de Dowina".

Durante o período de ouro da Grande Morávia, terá sido construída uma igreja no interior do complexo. O seu estilo único terá sido inspirado em igrejas similares da Macedónia Bizantina, de onde os Santos Constantino e Metódio partiram em direcção à Grande Morávia. No séc. XIII foi contruído um castelo medieval, em pedra, para proteger a fronteira ocidental do Reino da Hungria, sendo algumas as referências ao "Castelanus de Devin" em 1320. Foi adicionado um palácio no séx. XV.

A fortificação foi reforçada durante as guerras contra o Império Otomano.O Castelo nunca foi tomado, mas após a inclusão do Reino da Hungria na Casa de Habsburgo e a derradeira derrota dos Otomanos, perdeu a sua importância estratégica e nunca mais foi utilizado como ponto militar.

Os últimos proprietários do Castelo foram os Condes de Pálffy. Apenas em 1809, após o Cerco de Bratislava, o castelo foi efectivamente destruído pelas forças de Napoleão I, aquando da sua retirada.
Ainda assim, o Castelo tornou-se desde o século XIX, um importante símbolo nacional para os eslovacos. Encontra-se representado na moeda de 50 Halierov (meia coroa). Os húngaros consideram-no como o bastião ocidental do seu Reino.
No seu sopé encontra-se um monumento aos assassinados a tentar atravessar a fronteira a nado durante o regime comunista.

o Ocidente aqui tão perto...





Fronteira "florestal" Bratislava-Kittsee

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Ana Pauker, a sabuja romena de Estaline

Radical, impiedosa, brutal e irrepreensível agente de Estaline na Roménia, em prejuízo dos interesses, segurança, integridade territorial e independência do seu próprio país. 

Em 1921 adere ao Partido Socialista-Comunista da Roménia (futuro PCR) e é enviada pelo Comintern para França e depois para os Balcãs, onde exerceu o clássico papel de agente controleiro de Moscovo junto dos partidos pró-soviéticos.  Em 1938 a grande purga estalinista liquida o seu marido - Marcel Pauker -, existindo fortes suspeitas da sua colaboração na denúncia do conjuge como "traidor trotsquista"

Regressa à Roménia com os tanques soviéticos (1944) e sob as ordens de Vichinski - tristemente célebre pelo seu desempenho durante os processos de Moscovo - serve como principal elo com o Kremlin que impõe o golpe de 1947 que expulsa Miguel I, instaurando definitivamente a ditadura. Durante a fase de consolidação do poder do minoritário PCR, desempenhou as funções de ministro da Agricultura, prosseguindo uma política de extorsão e assassinato em massa do campesinato que se opunha à forçada colectivização.  É durante este período que é visível a sua participação e planeamento dos excessos, perseguições, assassínios e generalização da tortura (vulgarizando-se as lavagens cerebrais da prisão de Pitesti). Quando do inicio da purga ao  cosmopolitismo - eufemismo soviético para o ataque aos judeus -,  Gheorgiu-Dej torna-se no Conducator (Fuehrer) do PC e Pauker é acusada. No rescaldo da II Guerra Mundial e no auge da paranóia antisemita do PCUS, dela dizia Estaline ..."Ana é uma boa e leal camarada, mas é judia de origem burguesa e o Partido na Roménia precisa de um líder da classe operária, um verdadeiro romeno ... e decidi"... Foi sumariamente afastada sob acusações de desviacionismo.

No período Kruschschev, a nova liderança soviética tentou a sua reabilitação (1956), mas o grupo de Dej resistiu e confinou-a à prisão domiciliária, permitindo-lhe que morresse na cama, facto surpreendente dado o percurso da activista e conspiradora.

Digna antecessora de Ceausescu, esta figura típica de apparatchik e de agente estrangeiro, faz empalidecer figuras como Miguel de Vasconcelos, Otto Kuusinen (Finlândia), Walter Ullbricht (Alemanha), Janos Kadar (Hungria) ou Vidkun Quisling (Noruega). Em determinado período da nossa história recente, decerto contou com admiradores portugueses, rendidos à sua abnegação à URSS e ao carácter de implacável seguidismo sectário que desde sempre norteou a sua vida política.

"Trombetas precisam-se!", por Machado da Graça, do Correio da Manhã de Moçambique



A situação na África Austral agrava-se cada vez mais, com muitos milhares de pessoas a fugir de ataques bárbaros, que já mataram e feriram gravemente muitas outras.

Goste-se, ou não, disso, a causa de toda esta desgraça está no descalabro político e económico em que mergulhou o Zimbabué nos últimos 8 anos. E que atingiu o seu ponto mais horrivelmente alto neste período que se seguiu à primeira volta das eleições.

E, para que as coisas tenham atingido este ponto, contribuiu fortemente um fenómeno a que se tem designado por “diplomacia silenciosa”.

Há muitos e longos anos que essa peça de teatro mudo se desenrola à nossa frente, sem quaisquer resultados positivos a registar e, pelo contrário, com a lista dos negativos a crescer de dia para dia.

E, espantosamente, com os principais autores e actores da nossa cena internacional regional a dizerem que aquela política continua a ser a mais indicada.

Ainda recentemente o nosso Chefe de Estado dizia a jornalistas que a diplomacia necessária neste caso não era a do trombone.

Pois eu lamento dizer mas creio que, neste momento, a diplomacia de que a região está a precisar é mesmo a do trombone. E, se lhe pudermos acrescentar também as trombetas e outros instrumentos bem sonoros, tanto melhor.

Porque em Harare o governo ilegal é dirigido por alguém que, com a idade, parece ter ficado completamente surdo. E, se não foi a idade, foi resultado daquele velho provérbio que diz que o pior surdo é aquele que não quer ouvir.

Ora, no estado a que as coisas chegaram, parece-me óbvio que os dirigentes da região têm que obrigar Robert Mugabe a ouvir algumas coisas, quer ele as queira ouvir, quer não.

E uma dessas coisas é que ele tem que aceitar observadores às eleições de toda a parte do mundo e não apenas dos países da região.

É preciso dizer-lhe, sem margem para dúvidas, que os resultados eleitorais não serão aceites se não forem validados por observadores credíveis.

E é bom termos consciência de que, ao fazer isso, estamos a zelar não apenas pelos direitos dos zimbabueanos mas, igualmente, pelos de todos os povos da região.

Aceitar mais 5 anos de desgoverno de Robert Mugabe é abrirmos a porta para uma crise sem precedentes em toda a SADC.

É o que estamos a assistir na África do Sul a crescer e multiplicar-se por todos os outros países com fronteira com o Zimbabué. Entre os quais o nosso em posição de destaque.

É, muito provavelmente, o fim do sonho do Mundial de Futebol na África do Sul. E o deitar para o esgoto de todos os enormes investumentos que estão a ser feitos para o acolher.

Não só em 2010 mas durante muitos dos anos seguintes, até a África conseguir refazer o seu bom nome.

Neste momento, na minha modesta opinião, o que há a ser feito é travar, de forma eficaz, os distúrbios na África do Sul e, em seguida, conseguir uma mudança completa em Harare, que permita o retomar da economia zimbabueana, abrindo o caminho para que os milhões de zimbabueanos, que atravessaram as fronteiras, regressem ao seu país.

E, para isso, volto a dizer, já não bastam os murmúrios educados de Thabo Mbeki.

São necessárias as tais trombetas.

Se necessário, tocando mesmo alguma marcha militar, como tem sugerido o arcebispo Desmund Tutu.

File: Trombetas Precisam-se

Escrito a 25 de Maio de 2008

Esquecidos!

Os últimos soldados negros de Portugal 

Apinhados

Em Berliets do Tramagal
Seguiam como contratados
Os últimos soldados negros de Portugal

Nas terras, em segurança
Á sombra da bandeira de todos
Ficavam as mulheres e as crianças

De camuflado
Granadas à cintura
G3 na mão
Seguiam humildes e contentes
Os últimos soldados negros da Nação

e regressavam, em glória
Humildes como sempre
mas cheios de vitória

e todos não sabiam
e nós todos não sabíamos
Que no puto
Se preparava a traição

Foram enganados
Os últimos soldados negros da Nação

Muitos juncaram os chãos das batalhas
Outros, varridos pelo vendaval da revolução
Foram esquecidos e abandonados
Nos campos de reeducação

Das bases do Rundum
Quase sós mas sempre altaneiros
Continuaram o combate
Com outras armas na mão
A servirem e a morrerem
Pela mesma e ingrata nação.

Rui Moio - 12Set06

Ainda a "raça"

quarta-feira, 11 de junho de 2008

E lá vai mais uma: Portugal, Brasil & Madeira = 3 Boémia & Morávia = 1




A respeito da tal gaffe do "Dia da Raça"

(imagem tirada daqui)

Sem dúvida que, como diz o líder do PNR, só numa sociedade dominada pela ditadura cultural da esquerda e do politicamente correcto é que tanta gente fica alegadamente chocada com tal gaffe. E antes que venham desacreditar o mensageiro e pouco se preocupem com a mensagem, tal como parece ser o mote dos que tanto gostam de combater fogo com fogo (tal como fizeram uns tais de Buíça e Costa, entre tantos outros alegados republicanos...), numa espécie de ânsia pela imposição de um pensamento único em conjunto com uma certa intolerância e terminologia pouco polida, há muitos mais que dizem e pensam o mesmo, pelo que deixo aqui umas breves passagens do prefácio de Jaime Nogueira Pinto a um livro de Alain de Benoist (talvez um dos tais de certa direita triste...?) Comunismo e Nazismo - 25 Reflexões sobre o totalitarismo no século XX (1917-1989):

"A hegemonia, ou o quase monopólio cultural da esquerda, na segunda metade deste século (...) assentou em vários factores (...) que vão da cumplicidade e solidariedade corporativas da "República das Letras" até ao papel de enquadramento ideológico e de relativo prestígio social que os modelos socialistas burocráticos atribuíram aos "intelectuais orgânicos"."

"Mas não se percebe a hegemonia e ditadura intelectual das esquerdas sem uma retrospectiva histórica das raízes do "totalitarismo" contemporâneo; isto sem esquecer, como demonstrou Talmon, que ele já tinha aparecido, na Revolução Francesa na Convenção e no Terror, consagrando a "democracia totalitária"."


"Por outro lado, a hipocrisia e amálgama funcionaram: os mesmíssimos literatos que absolveram o comunismo dos "crimes do comunismo" numa casuística de habilidade dialéctica, estão prontos a fazer a amálgama hitlerismo - fascismo italiano - Franco - Salazar - direitas - capitalismo em geral!"

"Assim em relação a um fascismo que nunca existiu, coloca-se o paradoxo da trave mestra do actual regime ser o anti-fascismo ideológico. Esta categoria é essencial para compreender a História política e a problemática da legitimidade do regime português: como nunca na chamada "direita" partidária, isto é, na não esquerda, tal questão foi substancialmente posta e se assistiu a exercícios por parte de personalidades e menos personalidades de apresentarem e manifestarem os seus créditos antifascistas, os comunistas e a extrema-esquerda guardaram uma importância muito maior, por um quarto de século, da que realmente tiveram, ou deviam ter e têm num país que contribuíram significativamente para empobrecer, num tempo em que tudo aquilo em que basearam a sua credibilidade está morto e enterrado. E isto porque contra toda a lógica e toda a racionalidade, a técnica da amálgama, bem servida pela demagogia de uns poucos e pela ignorância ciclópica de quase todos alimentada mediaticamente funcionou: a amálgama é Holocausto = Nazismo = Fascismo = Salazarismo = Nacionalismo = Direita ou lido ao contrário Direita = Nacionalismo, etc., etc."

Já agora, para quem queira ficar a saber um pouco mais sobre o conceito de raça, vale bem a pena ler este post do Professor Maltez, está lá tudo.

E a respeito da demagogia do BE (e também do PCP) ler este post do Nuno Miguel Guedes.

E por último, sabiam que no país dos nossos irmãos, bem mais dominado culturalmente pela esquerda, e bem mais multiracial, e também em Espanha e na américa de língua espanhola, se comemora o Dia da Raça? Enfim...é a "democracia" estúpido!

Já sei o que quero ser quando for grande...


Depois de alertado por um amigo, decidi que quero ter a profissão de intelectual. Pois bem, será que dá dinheiro? Ou que impressiona as miúdas? Será que existe alguma ordem dos intelectuais? E como é que se faz para ter tal profissão? Não sei, mas pelo menos no Partido Comunista parece que é uma profissão em destaque entre os membros do Comité Central...

Não perca

Já a seguir, num país perto de si, a crise que deixará de existir durante hora e meia para logo dar lugar à continuação do processo de retrocesso ao estado natureza...

terça-feira, 10 de junho de 2008

Dia de Camões: a gaffe presidencial...

Aqui deixamos uma breve nota aos "indignados" senhores republicanos: sabemos muito bem que para o exercício de certas funções, torna-se necessária uma preparação que o modelo por vossas excelências defendido com tanto fervor, se revela totalmente incapaz: é parcial, serve apenas os interesses dos amigos de carreira e é facilmente absorvido pelo nada. É a república no seu melhor.
Hoje confirmou-se plenamente aquilo que no post anterior escrevemos. A Nobreza da República conta com mais umas dúzias de titulares comendadores e para não variar, fazem o pleno do amiguismo imperante no regime, com a habitual troca de favores plasmados em grã-cruzes de ordens adulteradas e o palmadismo na omoplata do sorridente investido. É a recompensa pelo seguidismo, pela calcificação da casta dominante e decidida colocação de correligionários no terreno de futuras lides políticas. A lista de condecorados é eloquente e se excluirmos o melhor alfaiate do mundo, não apresenta qualquer novidade. Tudo isto pelo módico preço de 16 milhões anuais, dúzias de assessores, gaffe atrás de gaffe e um tagarelismo de portentosos lugares comuns.
Uma sugestão dirigida aos "indignados" BE e PC: amanhã mesmo, substituam a bandeira nos mastros. Aquela que se encontra ao lado da partidária.









« Alma até Almeida»

Evoca este grito a importância que teve Almeida, fortaleza que só passou a integrar definitivamente território português no século XIII, com a celebração do Tratado de Alcanizes, na defesa de toda a Beira, face às muitas incursões castelhanas, e a valentia com que os seus guardiões disso fizeram um ponto de honra.

Leio no «Aldeias Históricas» tratar-se de "uma terra pacata, de ruas tranquilas, que a partir de Março se enchem do chilreado alegre das andorinhas. As horas aqui passam devagar".
Foi esta calma no passar do tempo que encontrei das vezes que lá fui, mas como essas idas aconteceram sempre no Outono e Inverno, não me foi dado ouvir aquele chilrear...

Era natural, pois, ter encontrado o casario branco envolvido num nevoeiro tão próprio dessas alturas, até porque a fortaleza funcionou quase sempre como o ponto de partida, e de chegada das peregrinações que nos levavam a conhecer os arredores...

Onde está a mão invisível?

The country's Information and Culture Minister, Iyad Madani, said that the kingdom would work with OPEC to "guarantee the availability of oil supplies now and in the future".

In a statement following the weekly meeting of the Saudi Cabinet, Mr Madani said the current price of oil was unjustified and pledged action to prevent further "unwarranted and unnatural" price hikes.

Se até já os próprios sauditas dizem que o preço do petróleo não se justifica, resta perguntar onde é que anda a mão invisível? Por este andar, qualquer dia os economistas ainda vão ter que deitar fora muita teoria sobre oferta e procura...

«Dos gardenias para ti

Con ellas quiero decir
Te quiero, te adoro, mi vida
Ponles toda tu atención
Porque son tu corazon y el mio»

«E aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando»

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A Alte Kameraden dos 10 de Junho na D. Luís I