sexta-feira, 9 de maio de 2008

Post em contra-corrente contra praticamente toda a blogosfera lusa - ou o elogio do "Porreiro pá!"


Ora bem, sabem o que é que acontece daqui a umas horas? Pois é, Cavaco Silva assina o decreto de ratificação do Tratado de Lisboa.

Finalmente. É que esta coisa do "To referend or not to referend: That is the question!" já cheirava mal. Passo a explicar, assumindo desde já que sou naturalmente contra o referendo ao Tratado de Lisboa. Esta semana assisti a uma conferência sobre o Tratado de Lisboa onde tive oportunidade de apresentar a minha posição, baseando-me em simples assumpções, rapidamente constatadas.

Acusem-me de elitismo ou lá o que seja, mas Vital Moreira tem razão quando disse que praticamente ninguém poderia votar de forma esclarecida, posto que o Tratado é de difícil interpretação, o que se constituiu como o meu primeiro argumento. Se a isto duas estudantes me responderam que deveria haver referendo pela questão do défice democrático e necessária participação e aproximação dos cidadãos ao processo de integração europeu, logo rebati com uma simples questão "Leram o tratado? Eu confesso que não o li, nem tenho a intenção de o fazer", para de seguida, revelar-se que numa sala onde estariam cerca de 100 estudantes, ninguém havia lido o Tratado, pelo que concluí: "Se nós que somos estudantes deste tipo de matérias, não nos prestamos a ler o Tratado, então acham que a maioria da população vai ler? Desta forma, não se iria referendar o Tratado, iríamos assistir a uma campanha contra a União Europeia, posição assumida pela maioria das pessoas que pretende referendar o Tratado".

Ora um tratado internacional padece, por definição, da utilização de uma linguagem ambígua, por vezes demasiado aberta a segundas interpretações, sendo naturalmente complexo do ponto de vista da interpretação. Não me venham dizer que pretenderiam fazer uma campanha que explique à população portuguesa o Tratado de Lisboa, posto que a ninguém interessa explicar tratados trocados por miúdos. Parece que já estou a ver muita gente e certos partidos a aproveitar a deixa para atacar com toda a força a União Europeia, e falar de tudo menos do Tratado de Lisboa, como de resto é apenas humanamente natural que aconteça.

Atenção que não sou a favor ou contra o Tratado (não posso sê-lo, não o li), mas do pouco que sei, parece-me que contribuirá para algumas mudanças importantes nos mecanismos do processo de integração europeu, sendo nesta altura um reforço da nossa identidade europeia comum às diversas nações, algo extremamente importante tendo em consideração o papel desempenhado pela União Europeia na arena internacional, onde se vem assumindo de forma cada vez mais assertiva e verificável como um global player, posição a manter e desenvolver, especialmente nos tempos difíceis que se avizinham.

Quer se goste ou não, os tratados internacionais são matérias do foro das elites no poder (governantes e não governantes). Agora, a nossa inclusão ou exclusão na União Europeia é que já diz respeito a todos. E com isto quero dizer que o facto de o Tratado de Lisboa já prever formalmente a saída de um Estado membro da União, poderá porventura ser um catalisador para uma das maiores discussões que já deveria ter tido lugar em Portugal: Querem os portugueses que Portugal faça, ou não, parte da União Europeia?

Organizem-se, façam petições por referendos, os jornalistas que marcam o agenda setting que tragam o assunto para o centro das preocupações políticas do país, e defina-se de uma vez por todas se queremos ou não fazer parte da União Europeia.

Ah, e já agora, se argumentarem que "Sócrates prometeu", oh meus amigos, não sejamos ingénuos, até parece que a maioria dos bloggers e leitores não leu Maquiavel, ou que pelo menos não sabem que em política só ganha aquele que mente (especialmente nas sociedades católicas, naturalmente tolerantes para com "o pecado"). É o pão nosso de cada dia, infelizmente.

Pedaços do Minho

Ausente de um bem que adoro
Que contente posso eu estar,
De dia ando sempre triste
De noite a imaginar,

A ausencia tem uma filha
Que tem por nome a saudade,
Eu sustento mãe e filha
Bem contra a minha vontade.

Se as saudades matassem
Muita gente morreria,
Mas as saudades não matam
Senão ao primeiro dia.

O serpão é miudinho
Com a folha sobre o chão,
Tambem as tuas ausencias
Cobrem o meu coração.

«O Minho Pittoresco»

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Blogosfera

O Direito de Opinião do nosso caro amigo António de Almeida celebra um ano de existência, aqui ficam os parabéns, com a devida desculpa pelo atraso. Também por estes dias, o Abrupto e o Mar Salgado celebram 5 anos de existência, pelo que aqui ficam também os parabéns, em nome do Estado Sentido.

O Sete Vidas como os Gatos mudou de casa, para os blogs do Sapo.

O Corta-Fitas adicionou-nos à lista de links, o nosso sentido agradecimento, extensível também aos mais recentes links para o Estado Sentido, reciprocamente referenciados, nomeadamente, ao David Oliveira, ao Tiago Laranjeiro, ao Freire de Andrade, ao Timshel, ao Pedro Fontela, ao Mário Casa Nova Martins, à Ana Vidal, à Júlia Moura Lopes, à Joana Dalila Santos, à equipa do Vantagem Comparativa e às Vicentinas de Braganza que voltaram para o seu poiso original, The Braganza Mothers.

Pedaços do Minho

"Arvores copadas, de uma doce tonalidade fresca, enchem o grande largo. Há uma indefinida simplicidade, um ar íntimo, quasi de família, na população, assim mergulhada no seio d'aquella natureza poderosa e boa. As thermas,chegam a ser verdadeiramente um remedio, por se não parecerem em nada com o pretexto frivolo, que se chama ' ir fazer uma estação balnear', onde se ostentam as primeiras ' toilettes' de Verão. O banhista das Taipas toma a serio o seu papel de doente, e por isso ha quem diga que são tristes as Caldas. Eu achei que eram apenas d'essa vaga melancholia pantheista com que a natureza perfuma o coração do homem, dando-lhe a sensação inexplicavel da sua absorção ao suave contacto dos beijos da terra-mater. Nada mais bello como paysagem, nada mais ameno como vegetação. O Ave que vae ali tão perto, quasi não ri, murmura; dir-se-ia que vae, em meio d'este silencio, cantando uma canção ossianica de uma tristeza dolente(...). Estas aguas mineraes foram já conhecidas dos romanos, do que é confirmação a famosa ' ara de Trajano' ou ' ara de Minerva' , que o povo conhece pelo nome de ' Penedo da Moura'.(...) Preciosas thermas, umas das primeiras do paiz.
A estrada que nos leva até Guimarães, corre das Taipas em tão suave planície e vae debruada de tão feiticeira paysagem que instintivamente se recommenda ao cocheiro para caminhar lentamente..." in«O Minho Pittoresco»

As Caldas das Taipas eram assim em 1886. De lá para cá muita coisa mudou, mas se procurarmos bem, e com tempo, o essencial permanece; basta estarmos com os sentidos bem alerta, para o enxergarmos. Até porque a grande metamorfose é muito recente e ainda conheci muito do que aqui é retratado. Não é um tempo longínquo, aquele de que falo, mas já posso dizer- "no meu tempo...".

Gente bem educada

Na noite de 25 para 26 de Abril, enviei um e-mail para o Palácio de Belém. Ouvido o discurso do prof. Cavaco Silva e dado o cenário catastrofista que vivemos, sugeri-lhe que hasteasse a bandeira azul-branca e mudasse o regime. Foi meio a sério, meio a brincar. E não é que hoje recebi uma carta (obviamente retirei o cabeçalho, não quero problemas à porta) de resposta? Pelos vistos, ainda há gente bem educada.

Vamos tirar as dúvidas do senhor Francisco Marques




Pela segunda vez, recebi um desinteressante e-mail do senhor Francisco Marques que continua teimosamente a insistir na sua dúvida acerca da nossa - minha e do Miguel - velha militância monárquica. Para corroborar a sua fantasia, esclarece ..."que jamais vi os dois irmãos CB em qualquer actividade  de caris (sic) monárquico... nem sequer nos jantares de conjurados, apresentações de cumprimentos"...
Não viu nem verá. Nunca fomos educados para ocasiões mundanas e beberetes, festas de oportunidade ou ágapes: reservamos-las para a família e os amigos.  Quanto ao facto de "...não constam os vossos nomes em qualquer Real Associação ou organização, o que diz tudo quanto a essa vossa pretenção (sic)"...  Irra, este rapaz é teimoso! Pela forma como escreve, creio tratar-se de um estudante do nosso actual e brilhante ensino polivalente. Não vou pretensiosamente discorrer acerca do nosso passado na JM ou na NM. Desta forma, apenas publico um desenho executado pela nossa mãe em finais dos anos 60, onde eu e o Miguel surgimos em actividades muito "pouco republicanas". Percebe a mensagem? Dois garotos que nasceram e viviam em África, são educados pelos pais de molde a conhecerem bem a sua Pátria. Consegue o senhor Marques compreender o que está implícito? Os nossos pais não brincavam quanto à nossa preparação. A segunda foto - eu próprio -, foi tirada na banca do PPM no Rossio, em Julho de 1981. Era o senhor Francisco Marques um recém-nascido? Era um nascituro? Ou não passava ainda de um mero concepturo?
Dúvidas esclarecidas? Não voltarei ao assunto. Não tem qualquer interesse.

Por lugares nunca dantes frequentados. (2)

Entre esta casa com lareira e muitos livros na estante, muitos dos quais sobre as várias ilhas dos Açores, e que pude desfrutar, e o cone vulcânico abaixo (Ilha do Pico), entre a casa e o Monte, que vi com neve no cimo, só mar, muitas das vezes semeado de velas e mastros.

Inaugura hoje na Corrente d'Arte


Inaugura hoje, 8 de Maio, uma exposição de video/fotografia (Karina Jeppesen) e de pintura (Ana Fraga), na Galeria Corrente d'Arte, às 19.00h. Estará patente até 13 de Junho próximo.
Horário: de Terça a Sábado, das 14.00h às 20.00
Av. D. Carlos I, 109, Lisboa
Tel. 213941722
correntedarte@sapo.pt
http://correntedarte.blogspot.com
(Parque de estacionamento no Largo Vitorino Damásio)

Karina Jeppesen e Ana Fraga na Corrente d'Arte

Estado de espírito - difuso

Com a minha T-shirt favorita, onde se lê "Love me for the Money" (nem assim tenho sorte...), numa estranha fotografia tirada pelo Bruno. Comendo uma deliciosa pizza cozida em forno de lenha, acompanhada de um saboroso vinho tinto, complementada pelo fondue de frutas à sobremesa. Tudo isto num cenário de sonho, quase indescritível, um restaurante ao ar livre, entre árvores e arbustos, mesas e bancos em madeira maciça cravados no chão, iluminação proveniente apenas de tochas e velas, e uma leve bossanova intervalada com alguns clássicos mundanos cantados por um simpático e talentoso artista desconhecido. Já fui feliz em Pirenópolis, pois fui... Até amanhã.

Dou todo o meu apoio a esta proposta do BE

Sim, leram bem o título, por incrível que pareça. Comecem é já certas almas a contorcerem-se quando souberem que o Bloco de Esquerda apresentou hoje na Assembleia na República um projecto de lei que pretende tornar obrigatória a frequência de uma área curricular de educação sexual nas escolas, com a duração de 90 minutos.

Se já existem disciplinas como Área de Projecto, Educação Cívica ou Estudo Acompanhado, mais balelas para dar pouco trabalho aos professores e manter os alunos entretidos sem grandes chatices do que realmente disciplinas, penso ser de maior importância a existência de uma disciplina de educação sexual nas escolas. Questões como as Doenças Sexualmente Transmissíveis ou o uso de preservativo têm que ser esclarecidas junto da população mais jovem para evitar o aumento do número de infectados com DST's (onde se inclui o HIV/SIDA), e de mães adolescentes.

Não me venham com as cretinices de que "isso" se aprende naturalmente. Nota-se pela quantidade de asneiras que se ouvem todos os dias. Além do mais, com a quantidade de informação disponível, entre filmes, séries e novelas, sem falar em filmes pornográficos, revistas, livros ou tudo o que uma criança hoje pode ver na internet, correm-se riscos quanto à maneira como as crianças e adolescentes encararão a sua futura vida sexual, se as devidas medidas não forem tomadas para que se possa proceder à sua devida formação.

E também não venham dizer que é aos pais que tal cabe. A maior parte dos pais tem vergonha de falar com os filhos sobre qualquer assunto relacionado com sexo. Tenho a sorte de ter uns pais com mentalidades avançadas, até porque os anos que viveram fora daqui, no norte da Europa, assim o proporcionaram. A minha mãe desde cedo me foi instruindo correctamente, falando comigo e comprando-me livros de educação sexual (acabaria por aproveitar o que aprendi para disciplinas como Ciências da Natureza, quanto à matéria sobre o corpo humano), que entretanto serviram também para ensinar a minha irmã. Mas aposto que como os meus pais não haverão mais do que 1 ou 2 em cada 1000 ou 10000 pais portugueses.

Se a educação é de facto para ser dada em casa, cabendo à escola a instrução, no campo da educação sexual, se os pais não são suficientemente capazes, então que à escola caiba essa função.

Já agora, à notícia do Público surge o seguinte comentário de uma senhora:

É preciso não confundir! O que tais mentalidades querem é sexo nas escolas e não educação sexual! Mas quem é que precisa de educação sexual! Apreende-se, naturalmente, quando chega a altura! O que me parece necessário, é aprenderem a controlar-se e a respeitarem uns aos outros! Já sabemos que o prazer está acima de tudo, sobretudo nos tarados!

Subscrevo as palavras do Não Compreendo as Mulheres: Nada como a intervenção duma senhora que, apesar de adulta, não faz a mínima ideia do que é educação sexual, para ficar demonstrado que o projecto de lei tem toda a razão de ser.

Piada de ocasião

A respeito da recente descoberta dos gastos de determinados governantes brasileiros através de cartões de crédito do governo (ver aqui ou ali):



quarta-feira, 7 de maio de 2008

Religare: exposição de António Mira na Arqué


Intemporalidades, talvez seja o termo mais apropriado para a grande exposição de António Mira. Pedras, caminhos, geometrias, vórtices e alvos, corpos de hoje que evocam uma Antiguidade ainda e sempre presente. Um perfeito domínio de uma técnica contemporânea que adapta velhas imagens do alvorecer da civilização, aos padrões do nosso dia a dia. A não perder.

António Mira, Religare - Galeria Arqué
Av. Miguel Bombarda, 120 A
1050-167 Lisboa
Tel. 217972886
email: arque.artgallery@gmail.com
Exposição patente de 7 a 27 de Maio de 2008
Horário: das 11.00h às 20.00, de 2ª a Sábado

Cartas de amor, quem as não escreve...

Mas algumas resultam em beleza a fruir por todos.
Leio que quando compôs «Tristão e Isolda», Wagner andava perdido de amor por Mathilde Wesendonk, e que as cartas a ela dirigidas foram testemunhas privilegiadas desse sentir.
Compreende-se assim melhor a profundidade daquela Abertura...

Como juntar dois temas que não têm nada a ver um com o outro em duas simples frases

Só podia ter sido o Animal:

CELEBRANDO OS 40 ANOS DO MAIO DE 68
Ardeu parte da Reitoria da Universidade do Porto

Publicidade Institucional - Jornadas de Ciência Política

Um cartaz de luxo com especial destaque para a participação de Maria José Morgado. A próxima semana no ISCSP promete.

A política sexy

Gemma Garrett tem 26 anos e diz que quer tornar a política britânica numa coisa "sexy e não sórdida"
Gemma Garrett, a Miss Grã-Bretanha 2008, anunciou que vai candidatar-se ao lugar de deputada pela circunscrição de Crewe e Nantwich nas eleições intercalares que estão agendadas para o final do mês. O lugar ficou vago depois da morte de Gwyneth Dunwoody, a mais antiga deputada do Partido Trabalhista, mas também a mulher que mais tempo serviu em Westminster. Garret, de 26 anos, é candidata pelo recém-formado partido Beauties for Britain (Beldades pela Grã-Bretanha) e diz que o seu grande objectivo é tornar a política britânica numa coisa "sexy e não sórdida".

A loira de Belfast, na Irlanda do Norte, alegada namorada do futebolista Shaun Wright-Phillips, que José Mourinho quis segurar no Chelsea, lançou a sua candidatura em frente ao Parlamento de Londres . Na altura referiu que gostaria de ver as despesas com crianças poderem ser deduzidas no IRS. Mas esclareceu que o essencial da sua campanha eleitoral era fazer a beleza regressar à Grã-Bretanha. "Quero que Westminster tenha tantas mulheres glamorosas e confiantes como Roma, Paris, Bruxelas e Berlim. Quero que um novo ênfase seja dado à beleza e se estenda a todos os aspectos da vida britânica. Se as mulheres se sentirem e parecerem belas isso fará a Grã-Bretanha um sítio melhor", disse, citada pelo jornal Belfast Telegraph.

Não há por aí nenhuma modelo interessada em tomar este exemplo e tornar a política nacional mais sexy? Um pouco da beleza e do glamour da menina Gemma não fariam mal nenhum, ora vejam lá aqui e aqui.

Manifesta possibilidade de vir a organizar uma petição...

... em consequência disto, se algum dia tiver que aturar com verborreias em directo na RTP por parte de personagens como Francisco Louçã, Fernando Rosas ou Bernardino Soares e afins do mesmo calibre. Como se já não bastasse o tempo de antena, agora ainda querem intrometer-se na televisão pública com os seus "comentadores". Devem ser os mesmo que realizaram o guião para o filme dos "Sá Fernandes Brothers - Anti-corruption campaigners" para a Al-Jazeera...

Das duas uma, ou se acaba com o serviço público de televisão, que de público tem muito pouco, até porque o único verdadeiro serviço público é prestado pela RTP2, ou se acaba com os comentadores e intromissões de partidos (exceptuando o que está no governo, que obviamente tem sempre controlo directo sobre a estação, quanto mais não seja em termos administrativos e orçamentais).

Eu acho simplesmente fantástico é isto:

Reiterando que a situação é "redutora" face às ideologias políticas em Portugal, o deputado (Pedro Mota Soares) questionou o director perguntando-lhe sobre as intenções de "alargar o espaço ideológico de comentário".

Posição que foi reforçada pelo deputado bloquista Fernando Rosas, para quem é necessário "ter um leque diverso" de comentadores com "mundividências distintas".


Porque raio é que o dinheiro dos contribuintes deveria servir para este tipo de personagens andar a pavonear os seus dislates pseudo-ideológicos na RTP? Desde quando é que a RTP se deve prestar a ser um expositor de propaganda? Ainda para mais das "mundividências" desta gente...

Por lugares nunca dantes frequentados...

...., mas dos quais já tenho saudades.

Que belo vídeo!!!

Já viram o vídeo que a Júlia tem n'O Privilégio dos Caminhos, sobre o rei exilado?

terça-feira, 6 de maio de 2008

Flores para D. Manuel II

Centenário da Aclamação 6 de Maio de 1908

                                                                       D. Manuel II


6 de Maio de 1908 - 100 anos do juramento e aclamação de D. Manuel II, Palácio de S. Bento, Lisboa

A sala é a mesma. O mobiliário é o mesmo. Existem as insígnias. O sucessor legítimo aguarda apenas a reposição da legalidade usurpada pelos dois golpes: o terrorista de 1 de Fevereiro de 1908 e o de Estado, de 5 de Outubro de 1910. (cliquem para ampliar todas as fotografias. São bonitas).

Para ler o texto, clicar nas imagens