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domingo, 25 de maio de 2008

É um prazer...

...estar no terraço da Miss Pearls, com os sentidos agradecimentos em nome da equipa do Estado Sentido.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Claro, Carlos

Que aceito o desafio do autor do blogue Crónicas do rochedo, com a esperança de que os que podem minorar estes pequenos ódios me leiam: Hipocrisia/Falsidade; Falta de pontualidade ; Bajulação ; Conversas para as quais não há pachorra; Falta de consideração pelos outros; Má educação..
E passo agora a tarefa
- ao Miguel, do Combustões
- aos meus colega de blogue, Nuno (agora, que não tem de falar de si, não falhe :) ) e Samuel
- à Júlia do blogue O Privilégio dos Caminhos
- ao Paulo Cunha Porto d'As A finidades Efectivas
- à Ana do Porta do Vento

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sentidos agradecimentos

Ao nosso caro amigo José M. Barbosa, leitor assíduo do Estado Sentido desde o seu início, quando ainda escrito a apenas duas mãos, que nos presentou com este elogio:

Sou um tipo de hábitos. Café no mesmo sítio, jornais e demais no mesmo sítio, jantar nos mesmos sítios.
Rotinas que não têm nada a ver com o simples facto de ser rotineiro na leitura de dois blogs :

Combustões

Estado Sentido.

Sinceramente, muito sinceramente, não há melhor em português.

Como forma de agradecimento, e inspirado pelas recente onda de irmandade que paira na blogosfera, com convites de bloggers a outros bloggers para escreverem posts nos seus blogs, desta forma convido desde já o José a escrever um post para o Estado Sentido, à sua discrição. Sinta-se em casa, como sempre.

Qualquer dia também mudamos para o Sapo

Por ora foi o Tomás Vasques, o Hoje Há Conquilhas, Amanhã Não Sabemos, está agora nos blogs do Sapo.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Porque o acho contraditório, também...


A Júlia e o Paulo desafiam-me a escolher seis palavras que me definam, podendo postar uma imagem representativa daquilo que mais ou menos me define. Vou quebrar um bocadinho as regras, para melhor tentar fazê-lo.

Contemplativa, mas ao mesmo tempo agitada(sabem, aquela imagem das águas calmas mas, no interior muito revoltas ? ).
Comunicativa, mas não desde logo.
Persistente (os meus dizem-me teimosa):
Tímida (mas só até confiar)
Curiosa(quando algo me desperta o interesse, só não vou até ao fim se não puder)
Impulsiva (mas quando vejo que o impulso deu maus resultados, volto logo para trás)
Entusiasta mas ao mesmo tempo muito pessimista)

Passo agora o testemunho aos meus colegas de blogue, Nuno , Samuel e, se o chamado chegar ao outro lado do mar, Chris, assim como ao Mike,do blogue Desconversa.

sábado, 10 de maio de 2008

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Blogosfera

O Direito de Opinião do nosso caro amigo António de Almeida celebra um ano de existência, aqui ficam os parabéns, com a devida desculpa pelo atraso. Também por estes dias, o Abrupto e o Mar Salgado celebram 5 anos de existência, pelo que aqui ficam também os parabéns, em nome do Estado Sentido.

O Sete Vidas como os Gatos mudou de casa, para os blogs do Sapo.

O Corta-Fitas adicionou-nos à lista de links, o nosso sentido agradecimento, extensível também aos mais recentes links para o Estado Sentido, reciprocamente referenciados, nomeadamente, ao David Oliveira, ao Tiago Laranjeiro, ao Freire de Andrade, ao Timshel, ao Pedro Fontela, ao Mário Casa Nova Martins, à Ana Vidal, à Júlia Moura Lopes, à Joana Dalila Santos, à equipa do Vantagem Comparativa e às Vicentinas de Braganza que voltaram para o seu poiso original, The Braganza Mothers.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A respeito do encerramento da estação de Santa Apolónia

Rodrigo Saraiva do Câmara de Comuns deixa-nos um post incisivo:

António Costa, Presidente da CML, defendeu o encerramento da estação de Santa Apolónia, tendo em conta as obras de alargamento previstas para a Gare do Oriente, no âmbito do projecto de adaptação à Alta Velocidade e ao novo aeroporto.

Á primeira vista até pode parecer uma solução bem pensada, não fosse o facto de há poucos meses, em Dezembro, ter sido inaugurada a estação de Santa Apolónia do metropolitano.

Com o alargamento da linha azul a Santa Apolónia, a cidade está ligada, praticamente na totalidade, ao nível do metropolitano e de comboios. Foi uma obra difícil, mas estratégica.

E convém lembrar os custos directos, bem como os indirectos, que estas obras tiveram para os cofres do estado e para a cidade de Lisboa.
Apenas em termos financeiros os números chegam a cerca de 300 milhões de euros.
Mas parece que, para alguns, 300 milhões são trocos!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Tomar Partido muda de poiso

O Jorge Ferreira mudou de poiso, encontra-se agora nos blogs do Sapo.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Blogosfera

Não me recordo nem fui ali à coluna do lado ver quando fiz os últimos "Agradecimentos blogosféricos", posto que a dada altura deixaram de fazer sentido, quer pela dinâmica que o Estado Sentido tem atingido, contando apenas 6 meses de vida e tendo já, penso eu, um seu "cantinho" na blogosfera lusa, quer pelo facto de praticamente ninguém na blogosfera fazer o mesmo, pelo que nos temos remetido a linkar para quem nos linka, como é regra. Não posso no entanto deixar de notar e agradecer a preferência ao Bic Laranja, ao Filipe Tourais, ao Manuel Azinhal, ao Humberto Nuno de Oliveira, que no seu blog nos deixa os murais que o Nuno desenhou há uns anos, ao poeta Vieira Calado, ao arquitecto Luís Marques da Silva, ao Vinicius Cabral, que brevemente passará a colaborar no Estado Sentido, e ao professor dessa escola com a qual ainda hoje acordo a sonhar que estou por lá, a Universidade de Brasília, Paulo Roberto de Almeida(que aqui publicou este post do Nuno).
Em nome da equipa do Estado Sentido, um sentido agradecimento a todos pela preferência e referência!

terça-feira, 25 de março de 2008

Público com ligações para blogs que citem as suas notícias

É uma notícia que a blogosfera recebe com agrado, a implementação de uma ferramenta na edição online do Público, que mostra os links da blogosfera para as suas notícias. É, como diz o Luís Novaes Tito,o reconhecimento que deste lado existe massa crítica suficiente e dá sinais positivos de entendimento da interactividade.

Parabéns Corcunda

O Corcunda está de parabéns, posto que já lá vão 4 anos de Pasquim da Reacção na blogosfera. Um abraço ao Corcunda!

sábado, 22 de março de 2008

Liberal, protestante e monárquico

Pelo Insurgente ficámos a conhecer um interessante blog de Luís Aguiar Santos, o Livre e Leal Português. O seu autor ainda há dias dizia, após ter instalado o sitemeter no seu blog, que confirmou as suspeitas de que muito pouca gente o lê, que a maioria esmagadora dos visitantes cá vem parar por meio de pesquisas no Google (em geral com visitas de 0 segundos) e que, destes, a maior parte é do outro lado do Atlântico onde também se fala português, e concluiu que parece que os liberais não gostam que seja também protestante e monárquico, que os monárquicos não vêem com bons olhos que seja também protestante e liberal e que os protestantes acham estranho que se afirme também liberal e monárquico. A receita do L&LP, logo anunciada no cabeçalho, parece, pois, perfeita para desagradar a toda a gente que com ele poderia ter afinidades. É obra! Mas, caros leitores, é obra que vai continuar porque o redactor principal continua a julgar saboroso o cozinhado.

Caro Luís pois continue! Pelo menos da minha parte, que só agora conheci o seu blog, parece-me bastante interessante e aqui fica a recomendação aos leitores do Estado Sentido.

Na blogosfera

No entanto, não é difícil perceber tão ogresco e deslavado empreendimento. A lógica do batráquio que sonha arvorar-se bovino é mais que evidente. Basta atentarmos no que essa escumalha mental tem para colocar a substituir a Igreja: o Estado. O sacrossanto e descomunal Estado, nem mais. O omnipresente, omnisciente e omnipotente Estado. Em rigor: a grandessíssima Bosta & Besta do Estado! Quer dizer, depois de ter assassinado e usurpado a Nação, o Estado atira-se agora ao baluarte que resta – à Igreja. Depois de tragar a estrutura física de Portugal, trata de lançar a dentuça venenosa e o bandulho ávido à estrutura moral. Armado em pseudo-nação, o Estado quer agora também assumir-se como pseudo-Igreja. Daí a pseudo-religião laica. E a pseudo-democracia como cobertura de chantilly para o totalitarismo aos molhos. O bife do lombo a engodar a estricnina.
Mas, afinal, o que raio vem a ser o Estado?
Basta pegarmos na definição Nietzschiana de Igreja – “um edifício de dominação hierárquica que assegura o plano superior ao espírito” – pô-la de patas para o ar, às avessas e aí tendes o Estado: “um edifício de dominação hierárquica que assegura o plano inferior do espírito”.
Por conseguinte - e sobre isto não me restam grandes dúvidas -, à Igreja, contra aquilo que lhe é inferior, compete-nos defendê-la. Pois no dia em que ela cair de vez, não restará mais quem nos defenda desta Besta. Ou melhor, destas bestas. Porque o seu nome é Legião.

Dragão in Dragoscópio.

Na blogosfera

Não é permitido suspender ou expulsar um aluno, procuram-se todas as formas de facilitismo, que visem evitar reprovações, para orgulhosamente se exibirem estatísticas, permitindo que os jovens sejam formados numa cultura onde impera a bardinagem, o desrespeito pelas mais elementares regras de civismo, educação e respeito pela autoridade. Exige-se ao governo que tome medidas, naturalmente não para resolver este caso concreto, mas que possibilite á escola uma maior autoridade, autonomia, onde os professores saibam exactamente as suas competências, e assumam as responsabilidades, quem não quiser, saia do sistema, existem outras profissões, e os alunos, passem a estar OBRIGADOS a comportamentos sociais aceitáveis, sob pena de suspensão, expulsão para reincidentes. Os paizinhos podem começar por dar chazinhos ás criancinhas, e educarem os seus filhos em casa, não podem é exigir da sociedade, que esta seja obrigada a aturar e corrigir, o resultado dos fracassos e frustrações familiares.

António de Almeida in Direito de Opinião.

Memória

O caríssimo Pedro Soares Lourenço, a quem agradeço a referência no Arcádia, um blog que só recentemente descobri e que tenho gostado de ler nos últimos dias, que se prestou a ouvir os 80's que tenho revisitado aqui, pergunta-me como é que me recordo de ouvir a defunta Rádio Cidade, na alvorada dos anos 90, tendo em consideração a minha tenra (já foi mais...) idade.

As memórias mais remotas que tenho reportam-se aos meus 2/3 anos de idade, o que parece inacreditável para a maioria das pessoas.

Tinha cerca de 6/7 anos quando o meu pai me ofereceu um walkman, e desde então tornei-me um maníaco pela rádio. A toda a hora ouvia a Rádio Cidade, não me recordo de ouvir outras rádios nessa altura, daí que me recorde de muitos clássicos dos 80's e início dos 90's, muitos dos quais quando ouço algures, recordam-me a minha infância. Mais tarde ofereceram-me um rádio, e passava tempos a ouvir rádio, gravar as músicas e escrever as letras. Ainda hoje tenho imensas cassetes gravadas. E mesmo em termos de clássicos dos 50's, 60's, 70's, cresceu em mim um gosto especial, após anos a fio a ouvir a rádio Nostalgia que a minha mãe insistia em ouvir no carro.

Mais tarde, aquando do declínio da Rádio Cidade, no final dos anos 90, acabaria por passar a ouvir a Comercial, mas com o advento da internet fui gradualmente deixando de ouvir rádio, por razões óbvias, ou não fosse o mp3 o formato de música mais divulgado actualmente.

Não sei se terei uma capacidade de memória superior à média, mas o que é certo é que me recordo de imensos detalhes e pormenores de toda a minha curta vida. E mesmo em questão de memória visual, por exemplo, posso ler apenas uma ou duas vezes umas centenas de páginas de apontamentos ou de livros e quando chego à frequência consigo rever mentalmente as páginas, se são frente ou verso e a própria letra, quando se trata de apontamentos.

Na blogosfera

Na blogosfera

No centro do anfiteatro estava aquela a quem ainda aludimos, em temente sussurro, como "ministra da educação". Certo ignaro lhe perguntou toscamente em tosca linguagem qualquer coisa como 'por que hão-de contar para a avaliação dos professores as classificações dos alunos?'. Desconheço se o bruto atrevido fazia parte do Bloco, do PC, do PSD ou do PP. O que sei e vi é que ela, a ministra, irada com a ingratidão das gentes, se levantou destemida e exclamou estas palavras, que se esforçam já por sair do pobre invólucro da linguagem:
'as classificações dos alunos contam para a avaliação dos professores, porque era o que faltava que não contassem!' [sublinhado meu para realçar a força desmedida do argumento]
A malta bestial, alapada em redor, com excepção dos iniciados mistéricos do centro em concordância respeitosa, desatou a contorcer-se e a soltar grunhidos e risadas. Desgraçados, que não compreenderam o que se tinha ali passado.
Consegue o arguto leitor imaginar argumento mais inatacavelmente completo do que aquele citado? Brilhante (na verdade, fulgurante), ela não foi cobardemente buscar uma razão, uma explicação exterior à coisa. Não. Ela afirmou a coisa em toda a sua inteireza como o melhor, o único argumento de si própria.

Carlos Botelho in O Cachimbo de Magritte

Na blogosfera

Há uns bons anos, houve um artigo do Luís Aguiar-Conraria que argumentava que o Caminho para a Servidão não era inevitável quando os regimes políticos vigentes eram meramente social-democratas - e não socialistas puros, como acontecia no tempo de Hayek.

Na altura contra-argumentou-se que o Road to Serfdom estava sim a ser percorrido, mas não com as mesmas etapas. As sociais-democracias davam sinais de começar pelo fim da enumeração de Hayek.

Impossibilitadas de controlar directamente a economia, entretinham-se a ordenar o uso do corpo (o que se fuma, o que se bebe, o que se come) e da mente (como se diz, como se pensa, como se publica). E em pinça, crescia o welfare state, a burocracia, o corporate-welfare, o corporativismo, o proteccionismo, o nannystatismo.

Adiante, quais são os sintomas da aplicação da social-democracia a um nível local, ou seja, a um domínio com reduzida capacidade legislativa e jurídica? Dito de outra forma, funcionaria a social-democracia se limitada?

Em quanto tempo deixa a sociedade de reagir quando sujeita a doses maciças de keynesianismo económico e intervencionismo social?

António Costa Amaral in A Arte da Fuga